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Data: 21-07-2010 15:18:00

Vacinação e combate à dengue são temas de encontros na FMS

Avaliar os resultados obtidos na primeira etapa de vacinação contra a pólio, planejar ações para segunda etapa da campanha, que ocorre em agosto, e diagnosticar a situação da dengue na cidade são alguns dos temas que estão sendo discutidos em encontros na Fundação Municipal de Saúde (FMS), da Prefeitura de Teresina.

Os eventos reúnem profissionais das equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) da Coordenadoria Regional de Saúde Centro-Norte com o objetivo de fortalecer as ações de vacinação contra a paralisia infantil e de combate à dengue na zona Norte.

O trabalho de planejamento das ações, de acordo com a coordenadora da Regional de Saúde Centro-Norte, Claúdia Glauciene, contribui para melhorar a cobertura de vacinação na região. “Incluímos agora a dengue porque estamos registrando um aumento no número de casos, um pico na incidência, embora não haja ainda uma epidemia, mas é preciso que as ações sejam fortalecidas. Daí a importância desses encontros para apresentar às equipes o quadro que estamos vivenciando”, explica a coordenadora.

As reuniões de avaliação e planejamento prosseguirão até a próxima segunda-feira, 26, nos turnos manhã e tarde, no auditório da FMS. Setenta e sete equipes, com igual número de médicos e enfermeiros e cerca de 500 agentes de saúde participam do evento, que pretende, por exemplo, identificar os problemas ocorridos na primeira etapa da campanha de vacinação contra a pólio.

“Pelos nossos cálculos, alcançamos a meta de 95% de cobertura na zona Norte, mas também vacinamos 700 crianças nas escolas particulares localizadas no centro da cidade, porém algumas delas residem em outras zonas da cidade, principalmente na Leste”, pontua Cláudia Glauciene. “Estamos enfatizando para as equipes que uma criança que deixa de ser vacinada vai prejudicar a cobertura que precisamos alcançar, por isso, é importante identificarmos as dificuldades encontradas na primeira etapa para que possamos superá-las”, reitera a coordenadora.

Em relação à dengue, segundo Cláudia Glauciene, a preocupação é que o número de casos aumentou significativamente a partir da 21ª semana epidemiológica. “Estamos na 28ª semana epidemiológica e está havendo um pico considerável da doença, então há a necessidade de identificarmos os bairros que precisam de uma vigilância redobrada por parte das equipes, no sentido de identificar as causas e providenciar os encaminhamentos necessários”, frisa.

Segundo a coordenadora, tanto o médico como o enfermeiro e o agente comunitário de saúde têm seu papel nas ações de combate à dengue, “e esses encontros procuram valorizar a importância de cada profissional nesse processo”, finaliza.

 

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